Quinta-feira, Julho 2, 2020
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Maio, 2020

  • 20 Maio

    Nº 34 – Alentejo: o lugar perfeito para o fim da globalização

    Quarta-feira, 20 de Maio de 2020 de Leila Dregger Imagine – sim, eu sei que isto requer uma boa dose de fantasia, por ser muito pouco provável – mas imagine, apesar de tudo, que uma pandemia acabaria por bloquear todas as trocas comerciais globais para sempre. Deixariam de existir produtos baratos produzidos em massa na China e os porta contentores vindos da Ásia deixariam de atracar nos nossos portos. Não seriam apenas as baleias a viver com menos stress. Seria ruinoso para os bancos, e iria fazer cair as multinacionais como peças de dominó. Iria esvaziar as prateleiras nos supermercados. …

Abril, 2020

  • 30 Abril

    Nº 26 – Se eu me chamasse António Costa…

    Quinta-feira, 30 de Abril de 2020 Um ensaio de Theobald Tiger Se eu me chamasse António Costa… algumas decisões seriam tomadas de forma muito diferente. Durante muito tempo pensei se devia começar a minha história desta forma, se devia ou não contar-vos esta história. Porque também posso contá-la de forma muito diferente. Portanto, é melhor recomeçar. Serei breve. Se eu não fosse jornalista, mas sim um Primeiro-Ministro responsável, hoje em dia estaria a pensar intensamente se estaria sequer a distribuir ajuda financeira estatal a empresas ora doentes. É uma questão de princípio. Todos têm problemas, e nós não temos assim …

  • 28 Abril

    Pensar global. Agir local.

    Pensar global. Agir local.

    A ECO123 encontrou Vítor Aleixo (64 anos), Presidente do Município de Loulé, no corredor da Câmara Municipal às 8h45. Aproxima-se e tira o molho de chaves do bolso. Procura a chave certa, abre a grande porta e pede-nos que entremos no seu escritório. Queremos saber como administra o equilíbrio político entre a economia do turismo e as alterações climáticas. Sr. Presidente, o que é que um político precisa levar para a sua função para reforçar a confiança no sistema democrático? Um político tem que levar princípios e valores éticos de respeito pelas pessoas e pelo meio ambiente, um valor extremamente …

  • 25 Abril

    Nº 21 – O que queremos para o Algarve?

    Sábado, dia 25 de Abril 2020 Uma reflexão de Dina Adão Quem me conhece sabe que sou uma amante do Algarve, daquilo que, no fundo, esta região é capaz de oferecer, aos que cá vivem e aos que a escolhem para o seu futuro. É verdade que fazem parte da região uma série de maus exemplos e más práticas, perpetradas ao longo dos anos, instaladas como velhos vícios que provaram ser rentáveis. Em 2003, altura em que a editora para a qual trabalhava decidiu iniciar a publicação dos Guias Caleidoscópio – Passear e Conhecer, a ambição passava por elaborar um …

  • 21 Abril

    Nº 17 – Concretizar o prometido

    Terça-feira, dia 21 de Abril de 2020 Um editorial de Uwe Heitkamp Bastaram seis semanas, ou seja 42 dias, com a economia mundial reduzida a 25 por cento da sua capacidade, e todo este “castelo de cartas” (Papa Francisco: A nossa casa) colapsou, afetando tudo e todos: as empresas do setor da construção e do imobiliário, do ramo automóvel e de toda a sua cadeia de fornecimento, dos produtores de aviões e das empresas de aviação, de todo o turismo, especialmente as da restauração e da hotelaria, e também empresas como a Adidas – até o futebol -, a TUI …

  • 14 Abril

    Será que um Rendimento Básico Incondicional promove a RIQUEZA + LIBERDADE?

    A economia está de rastos. Há milhões de europeus a perder o seu emprego. Quem é que os apoia? A visão mais idiota é aquela que pretende que tudo possa ficar como está. Foi há três anos, no final de setembro de 2017, que na Assembleia da República se juntaram cientistas e políticos no Congresso Mundial para o Rendimento Básico Incondicional (RBI) a fim de debater a sua possível implementação. Agora, perante a pandemia do Covid-19 e a insolvência de muitas empresas, perante uma economia mundial em colapso, a ameaça de uma catástrofe ambiental e clímatico e escassez dos recursos …

  • 13 Abril

    Nº 9 – Da minha janela vejo o mar ao fundo

    Segunda-feira, 13 de Abril de 2020 de Alexandre Moura “Sou algarvio e a minha rua tem o mar ao fundo”, escreveu António Pereira, poeta algarvio natural de Armação de Pera. Um poema que manifesta a paz e o encantamento que o Algarve possui e o desígnio da aventura para além mar. Da cidade de Faro, onde moro, a minha janela tem a Ria Formosa e o infinito do mar ao fundo. As últimas semanas de isolamento têm-me permitido descobrir mais em detalhe a paisagem, de um lado a serra, do outro o litoral. Questiono-me sobre o futuro, sobre o presente …

  • 13 Abril

    Nenhuma Democracia forte se baseia em perdedores

    Charlie Chaplin - Machine

    Estamos no ano de 2030. Em Portugal, já ninguém tem de dormir na rua. Ninguém mais está na fila da sopa dos pobres das instituições de solidariedade social depois da crise de Covid-19. Os mendigos desapareceram. O Rendimento Básico Incondicional do Estado Social do século XXI chegou ao sul da Europa. Portugal, o mais pequeno dos estados do sul da UE, decidiu garantir a todos os seus cidadãos um Rendimento Básico Incondicional. Foi iniciado o projeto piloto da UE em 2021. O Primeiro-Ministro António Costa e o seu governo que, depois das últimas eleições, passaram a deter uma maioria estável …

  • 12 Abril

    Nº 8 – Que relação existe entre a soja, o óleo de palma e a pandemia do Covid-19?

    Domingo, 12 de Abril de 2020 Uma reflexão de Uwe Heitkamp Desde os primeiros relatórios dirigidos ao Clube de Roma, (The Limits of Growth, Meadows et al., 1972) que se instalou um debate aceso sobre os limites do crescimento. Justificadamente, já que a nossa civilização se baseia na disponibilidade energética. E ter energia disponível requer ainda mais energia, o que implica que os fornecedores tenham que ter energia superior às necessidades. Essa diferença, articulada pela capacidade de produção, tem vindo a baixar durante as últimas décadas (desde 1999) para as fontes de energia fóssil, ao passo que têm vindo a …

  • 11 Abril

    António Vieira da Silva
    Um cidadão tem direito a viver com o mínimo

    O antigo Ministro do Trabalho (68) considera o rendimento básico incondicional (BGE) um tema excitante e desafiante, mas que é mais uma utopia do que uma realidade.  José António Vieira da Silva, defende um modelo social regido pelo direito ao trabalho, ao respetivo subsídio de reforma, e receia que a aplicação do modelo RBI, que tem sido mais veiculado, possa criar uma sociedade ‘bipolar’ e dividida em duas classes. ECO123: No ano passado foi celebrado o centésimo aniversário sobre a criação deste Ministério. A implementação do RBI seria uma boa forma de assinalar essa efeméride? J.A.V.S.: O Rendimento Básico Incondicional (RBI) …