Domingo, Maio 28, 2017
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Património & Natureza

Vale a pena visitar Monchique. E quem subir a antiquíssima calçada da aldeia tem sempre uma meta em vista: o antigo Convento dos Franciscanos, destruído no terramoto de 1 de novembro de 1755. Na reta final, o caminho deixa de ser em calçada e passa a ser um trilho que nos leva à ruína, na qual podemos ler a palavra “Family” e onde vive a família de Vidaul Gonçalves. Entre as paredes ruídas da parte central do convento, colocaram uma vedação e têm um galinheiro e uma bela horta, que lhes garante excelente alimento. Passeantes e visitantes da ruína são frequentemente convidados pelo senhor Vidaul a observar mais detalhadamente esta jóia em bruto que é o convento.

No centro espiritual do antigo convento, o visitante sente-se como numa aldeia museu – mas sem telhado, claro, já que este desabou há mais de 250 anos – e pode também visitar o antigo refeitório, ainda com cobertura. Fica-se com uma noção da beleza original das edificações. A visita é feita à própria conta e risco, pois as paredes podem ruir a qualquer momento. No centro do claustro – intocado pelo terramoto – ergue-se aos céus uma velha magnólia do século 17, uma raridade botânica e árvore classificada. Quem quiser continuar a caminhar, deverá seguir as indicações da „Via Algarviana“ durante mais de cinco quilómetros até ao cume da Foía, a 902 metros de altura, e se o tempo estiver bom terá uma vista panorâmica sobre a paisagem.

Rota dos Moinhos
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Quem quiser visitar mais uma atração do concelho de Monchique deverá levar algo para comer e beber e planear um piquenique durante a caminhada até ao Moinho de Água de Poucochinhos. O trilho PR4 está marcado e tem uma extensão de cerca de 10km. É um dos percursos circulares da Rota dos Moinhos, que começa no Largo dos Chorões, em frente à fonte moura. É lá que se encontra a placa de madeira com informações sobre o percurso. O moinho mais bem conservado, restaurado e em funcionamento, é o de Barranco dos Pisões. Para lá chegar, sai-se de Monchique, a pé, por Peso, em direção a Noroeste. Na Junta de Freguesia pode ser marcada uma visita guiada ao moinho. (telefone 282 912 871\info@jf-monchique.pt)

Rota das Cascatas
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O Percurso pedestre das Cascatas é, sem dúvida, uma escolha para caminhantes experientes e treinados. O percurso PR5 tem cerca de 20km e começa e acaba no ponto mais alto do Algarve, na Foía. Daí, a rota desce para a „Cascata de Barbelote“, um lugar onde já só há um habitante eremita, o Senhor Marcelino. Depois continua-se a descida para Chilrão, o ponto de viragem mais baixo e mais a Oeste da caminhada. Espera-nos neste local mais uma pequena cascata, antes da subida até Azenha e Choça. Para esta rota, o caminhante deve abastecer-se com comida e bebida suficiente, levar um kit de primeiros socorros, mas sobretudo deve levar bastante água e protetor solar. Apesar do vento, na montanha, o sol de verão queima impiedosamente. Por causa das altas temperaturas, só é aconselhável fazer esta caminhada  do nascer do Sol até ao meio-dia.mapa

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