Sábado, Fevereiro 24, 2018
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educação

Se preservarmos a natureza…

Quando eu era uma criança de oito anos de idade aprendi nas aulas de geografia, que na terra vivem quase três bilhões de pessoas. A quantidade de vidas que esse número representa, não tinha significado para mim. Hoje tenho mais 50 anos de idade e durante esse espaço de tempo a população mundial quase que triplicou. Será que é mesmo assim? Compreende, o que eu estou aqui a escrever e a tentar, eu próprio, compreender? Vivem agora neste nosso lindo planeta azul, a TERRA, sete bilhões e meio de pessoas. E o seu número não está a diminuir. Volto a …

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floresta autoctone

A natureza está viva!

Floresta autóctone Recentemente, uma página web ligada a acontecimentos atuais despertou a minha curiosidade jornalística. Tenho que acrescentar aqui que já só recomendo páginas web cujos autores se identificam com nome e endereço. Por princípio já não vejo idiotices anónimas. E faço o mesmo no caso dos telefonemas. Não dou atenção e não perco tempo com quem me telefona de um número anónimo. Por os impulsionadores desta página web agirem com transparência, telefonei-lhes e perguntei se estariam dispostos a falar comigo sobre qual a motivação que os levou a publicar essa página. Combinámos um almoço no Porto. Portanto comprei um …

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As escolas em tempos de desertificação

As escolas em tempos de desertificação

Nas zonas remotas é reduzida a oferta escolar, muitas escolas fecham. Os alunos são “aglomerados”, e têm que enfrentar um caminho escolar mais longo, distanciando-se das suas famílias. A vida no campo ainda se torna menos atrativa para as jovens famílias com filhos. Mudam-se, e a população escolar ainda fica mais reduzida. Que fazer? É a questão que se colocam os coordenadores educativos, os diretores e os pais. No Alentejo, as crianças são verdadeiros artistas a transformar a sua personalidade. Por exemplo o José Manuel*, de 12 anos de idade. Na quinta dos pais é rapaz do campo, capaz de …

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Pedrogão Grande

Como parar os incêndios florestais?

Comecemos esta história com uma curta retrospetiva. Em 2003 o país foi afetado por uma das maiores vagas de calor de sempre. A zona Centro, entre Lisboa, Leiria e Coimbra, foi a mais atingida pelos fogos. Com temperaturas de 30 graus celsius, uma humidade relativa de 30% e ventos com mais de 30 quilómetros hora, tornava-se evidente o perigo de incêndio extremo. Um perigo acrescido para as zonas rurais, não cultivadas e abandonadas pelos agricultores. A vegetação seca transformava-se um barril de pólvora. Um quarto da área florestal do Pinhal de Leiria ardeu e morreram 21 pessoas. Voltemos ao presente …

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Terra Crua - Permaculture

TERRA CRUA
SEMENTES DE MUDANÇA

É uma empresa diferente que atua com base num modelo inovador de design ecológico. A Terra Crua concilia a engenharia com a arquitectura, o paisagismo com a ecologia e os princípios da permacultura. Um novo conceito de design que agrega princípios e estratégias que vão para além da sustentabilidade e que integra, num modelo holístico, a inovação, viabilidade económica e responsabilidade social e ambiental. Constituída como empresa há cerca de dois anos e meio, a Terra Crua disponibiliza vários serviços, consultoria, planeamento e gestão de projetos ecológicos regenerativos, mas a sua base vem de há cerca de nove anos atrás. …

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As escolas pertencem à comunidade

As escolas pertencem à comunidade

Em Portugal, José Pacheco, 63 anos de idade, é uma figura emblemática do ensino alternativo. Esse senhor, de estatura pequena, brilho no olhar, grisalho e de bigode, faz lembrar um típico e simpático professor. Porém, as suas palavras são radicais: “Hoje em dia temos pessoas do século 21, a serem formadas por professores do século 20 com métodos do século 19.” Na sua opinião, turmas repartidas por idades, exames e avaliações, não têm fundamentação científica nem jurídica. E ele sabe bem que as coisas poderiam funcionar de outra forma. Há quase quarenta anos, quando ainda era recém-formado, juntamente com dois …

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Monchique Mountain Marathon 2017

Caminhar ao encontro das amendoeiras em flor
Monchique Mountain Marathon 2017

Que distância é que ainda percorremos com o nosso corpo e sobre os nossos próprios pés? O Monchique Mountain Marathon 2017 é uma possibilidade para o demonstrar, podendo escolher entre doze percursos longos e curtos, caminhadas com guia entre o Natal e o Ano Novo para descobrir a Serra do Algarve. Caminhar possibilita a experiência única de conhecer Monchique pelos seus próprios sentidos: a natureza das montanhas e seus ribeiros, moinhos e cascatas, os sobreiros e castanheiros centenários; a cultura regional, sua música, especialidades gastronómicas, seu pão, presunto e enchidos, e os frutos, os doces e os bolos. Iremos igualmente …

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ESCOLA JARDIM DO MONTE

A Música é tão importante como a Matemática

Recentemente, uma campanha de crowdfunding despertou a minha curiosidade jornalística. Era uma escola a querer realizar um projeto educativo com recurso ao financiamento coletivo. Portanto decidi investir 50 euros em nome da editora na construção de uma nova sala de aulas para o 9º ano da escola Waldorf em São João dos Montes, perto de Vila Franca de Xira. A concretização do projeto era para custar 12.500 EUR, e realmente por fim conseguiram angariar esse valor. E como nós na ECO123 só contamos histórias de sucesso, planeei uma visita a essa escola no nosso carro elétrico, um Renault Zoe. Iniciei …

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Ecoturismo

A propósito de ecoturismo?

Com cada incêndio, o nosso país empobrece mais, muito mais do que nós conseguimos imaginar. Cada incêndio provoca uma avalanche de consequências. Mais CO2 na atmosfera faz subir as temperaturas. Ondas de calor, chuvas torrenciais, tempestades e erosão são as consequências das alterações climáticas, agravadas ainda mais e mais pelos incêndios. Com cada casa ardida aumenta o risco, e com isso o valor as apólices de seguros. É reduzida a diversidade da flora e da fauna. Sofre a agricultura e a silvicultura e aniquilam-se 
populações de abelhas. Com cada incêndio reduz-se o interesse em visitar essa região. Quando é que …

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Ir a pé

Ir a pé

Hoje em dia, o espaço público é pensado em função dos automobilistas. No fundo, na maior parte das nossas cidades, já não é possível deslocar-mo-nos a pé. As cidades são construídas para os carros, e não para as pessoas. Em vez de conceptualizarem locais de convivência, os urbanistas constroem artérias de atravessamento, de acesso e periféricas. Na cidade, e até mesmo no campo, já não é dada importância às pessoas e ao espaço para a sua movimentação de forma natural, sacrificando-se também árvores centenárias. São abatidas. O asfalto tem sempre prioridade. A natureza é mero elemento decorativo. E por essa …

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