Domingo, Fevereiro 17, 2019
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Portugal

Floresta Eterna

O projeto “Eternal Forest” (Floresta Eterna)

Evgenia Emets, de 39 anos de idade, passou a sua infância em Moscovo e Kiev, chegando a Portugal depois de ter vivido dez anos em Londres, onde completou os seus estudos em Artes Plásticas. Por coincidência, ou não, foi em Londres que conheceu o seu futuro marido, Victor, polaco, e juntos viajaram para Portugal, visitando também a comunidade de Tamera, no sul do Alentejo. Pouco tempo depois, começaram a traçar planos para se mudar para Portugal, tendo como ideia inicial a criação de uma comunidade, algures numa das aldeias abandonadas.Foi assim que, em outubro de 2017, acabaram por ficar na …

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A floresta não é uma fábrica de salsichas

Vive em Lisboa. Tem duas filhas, uma com um e outra com quatro anos. João Camargo (35 anos) licenciou-se em Engenharia Zootécnica, mas a vida surpreendeu-o com o gosto pelo Jornalismo. Entretanto, estudou Engenharia do Ambiente, para si, intelectualmente muito estimulante. Trabalhou alguns anos na área e foi viver para Moçambique. Deu aulas no Norte do País, primeiro na Faculdade de Ciências Agrárias (Lichinga), depois na Faculdade de Biologia (Pemba). Regressou a Portugal volvidos dois anos. Sentiu-se estimulado pela cidadania politica e começou a trabalhar na Liga para a Proteção da Natureza (LPN), onde ficou quatro anos. Encontra-se a concluir …

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chocolate

Cinco ideias para prendas (não só para o Natal)

ROK – Mais simples não há uma máquina de café expresso mecânica feita em Londres, sem cápsulas e portanto sem lixo, sem eletricidade. De fácil manuseio, preço a partir de €150. Sunok – O forno solar Disponível em dois tamanhos, para cozinhados Slow-Food, estufados e cozinhados vegetarianos, também para secar figos, alperces, tomate e muitos outros frutos, preço €300.   Chocolate O melhor chocolate do mundo de www.claudiocorallo.com, chocolate 100% cacau, produzido à mão em São Tomé e Príncipe, em embalagem ecológica, 160 gramas a €18,10. Livro “Portugal em Chamas – Como resgatar as florestas?”, de João Camargo e Paulo …

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Caminhar no fogo para evoluir

Firewalking – Caminhar no fogo para evoluir

Caminhar sobre brasas pode queimar? Pode! Mas quem o faz garante que são poucas as vezes que isso acontece. O Firewalking, designação para o ato de caminhar sobre o fogo ou sobre brasas, é praticado há séculos por diferentes culturas e tradições ancestrais. Nas últimas décadas esta prática tem vindo a ganhar cada vez mais adeptos, aplicada em retiros de desenvolvimento pessoal, workshops ou em empresas, tendo em vista a evolução pessoal ou a obtenção de metas e objetivos. Kalid, nome sannaysin de Pedro Fonseca, nascido e residente em Lisboa, foi um dos primeiros portugueses a tornar-se instrutor de Firewalking. …

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monchique 2018

Monchique 2018

O que perdeu – ganhou – com o fogo? O Centro de Retiros Karuna foi totalmente devastado. Basicamente, todas as estruturas que lá existiam desapareceram. A floresta desapareceu. Eu sinto que um fogo, quando vem de uma forma natural, não pode devastar tanto. Se olharmos a 360 graus, Karuna está rodeada de eucaliptos por todo o lado. Nós temos mais ou menos três hectares. Tínhamos limpo tudo, não havia eucaliptos. E todos os medronheiros tinham sido podados, tinha-se limpo o mato à volta dos medronheiros. Então não havia motivo para o fogo devastar quatro casas bastante grandes, que constituíam o …

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eucalyptus-trees

Onde está enterrado o tesouro?

Vamos caçar um tesouro.O tesouro está na floresta. Sabemos que, enquanto o sol nasce, as árvores começam a trabalhar. Transformam o dióxido de carbono (CO²) em oxigénio, o elixir da vida. Primeira pergunta Onde está enterrado o tesouro? Tenha em mente que na Península Ibérica 1.5 milhões de hectares são floresta de eucalipto, principalmente para serem transformados em papel de escritório. Em Portugal (92.000 km2) temos eucalipto plantado sobre um milhão de hectares. Isso são 10.000 km2, ou seja, 12% do território nacional. Para vizualizar o que isso significa, imagine uma linha a ligar Lisboa a Montemor-o-Novo, Abrantes e Leiria. …

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ncêndio Monchique

A via dos caminhos tórridos

Por que razão, de quatro em quatro anos, votamos nos políticos do PS e do PSD, para os ver no Parlamento, alternadamente, em lutas de poder? E por que razão é que esse mesmo Parlamento aprova um Governo de ministros e secretários de Estado que mais não fazem senão pensar em como garantir os seus altos cargos durante o máximo de tempo, agarrados ao poder, às suas poltronas? Não terão eles a obrigação de tratar bem o país? Não terão eles feito o seu juramento? Não será sua obrigação servir o país com decisões inteligentes? E não deveriam eles garantir …

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TGV arrives to Stuttgart

A Europa precisa de um projeto

de portugal à noruega por dois carris… Nesse sentido chegámos rapidamente a um acordo. Foi uma ideia que tivemos durante um longo percurso de comboio. Tinha sido um gesto simpático da Comissão Europeia oferecer, este ano, pela primeira vez, um bilhete de Interrail para conhecer a Europa de comboio a quem tivesse 18 anos. Estava a caminho da entrevista a Per Espen Stoknes quando um jovem que, como eu, também pretendia viajar até Gotemburgo por Copenhaga, entrou no comboio com o seu bilhete de Interrail gratuito. O comboio encontrava-se na plataforma número 8 e os altifalantes anunciavam um atraso de …

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carbon-footprint

Viver em neutralidade climática em Portugal

Nos últimos meses Monchique esteve no centro das atenções quando se noticiava os incêndios florestais na imprensa internacional. O facto de se repetirem estes fogos florestais que fustigam a serra de Monchique e os concelhos vizinhos está estreitamente ligado aos investimentos da Semapa SA e das suas subsidiárias Navigator/Portucel e à monocultura industrial de eucalipto que é praticada em 2500 km², a Norte, tanto na Nave Redonda e São Teotónio (Noroeste), como em São Marcos da Serra (Nordeste). O principal responsável é o produtor de celulose Navigator (Semapa AG) que praticamente garante aos produtores privados o escoamento do eucalipto, e, …

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Joaquim Nunes Sequeira

Anda, vamos plantar uma árvore!

Cada respiração liga-me a ti. Normalmente, o ar é um fundo invisível no meu dia-a-dia. Não lhe dou muita atenção. Mas quando há poluição, fumo, nevoeiro, vento, neve ou chuva forte, lembro-me de que o ar faz parte dos quatro elementos que me formam e de que sou constituído. Socorro, não consigo respirar! Quando estou doente, e se torna difícil respirar, o ar volta a ter a sua importância muito especial. O “ar está pesado” tem um significado diferente em várias línguas. Ele entra no meu corpo, nos meus pulmões e na minha circulação sanguínea, e é levado pelo vento …

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