Quarta-feira, Outubro 17, 2018
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Portugal

eucalyptus-trees

Onde está enterrado o tesouro?

Vamos caçar um tesouro.O tesouro está na floresta. Sabemos que, enquanto o sol nasce, as árvores começam a trabalhar. Transformam o dióxido de carbono (CO²) em oxigénio, o elixir da vida. Primeira pergunta Onde está enterrado o tesouro? Tenha em mente que na Península Ibérica 1.5 milhões de hectares são floresta de eucalipto, principalmente para serem transformados em papel de escritório. Em Portugal (92.000 km2) temos eucalipto plantado sobre um milhão de hectares. Isso são 10.000 km2, ou seja, 12% do território nacional. Para vizualizar o que isso significa, imagine uma linha a ligar Lisboa a Montemor-o-Novo, Abrantes e Leiria. …

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ncêndio Monchique

A via dos caminhos tórridos

Por que razão, de quatro em quatro anos, votamos nos políticos do PS e do PSD, para os ver no Parlamento, alternadamente, em lutas de poder? E por que razão é que esse mesmo Parlamento aprova um Governo de ministros e secretários de Estado que mais não fazem senão pensar em como garantir os seus altos cargos durante o máximo de tempo, agarrados ao poder, às suas poltronas? Não terão eles a obrigação de tratar bem o país? Não terão eles feito o seu juramento? Não será sua obrigação servir o país com decisões inteligentes? E não deveriam eles garantir …

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TGV arrives to Stuttgart

A Europa precisa de um projeto

de portugal à noruega por dois carris… Nesse sentido chegámos rapidamente a um acordo. Foi uma ideia que tivemos durante um longo percurso de comboio. Tinha sido um gesto simpático da Comissão Europeia oferecer, este ano, pela primeira vez, um bilhete de Interrail para conhecer a Europa de comboio a quem tivesse 18 anos. Estava a caminho da entrevista a Per Espen Stoknes quando um jovem que, como eu, também pretendia viajar até Gotemburgo por Copenhaga, entrou no comboio com o seu bilhete de Interrail gratuito. O comboio encontrava-se na plataforma número 8 e os altifalantes anunciavam um atraso de …

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carbon-footprint

Viver em neutralidade climática em Portugal

Nos últimos meses Monchique esteve no centro das atenções quando se noticiava os incêndios florestais na imprensa internacional. O facto de se repetirem estes fogos florestais que fustigam a serra de Monchique e os concelhos vizinhos está estreitamente ligado aos investimentos da Semapa SA e das suas subsidiárias Navigator/Portucel e à monocultura industrial de eucalipto que é praticada em 2500 km², a Norte, tanto na Nave Redonda e São Teotónio (Noroeste), como em São Marcos da Serra (Nordeste). O principal responsável é o produtor de celulose Navigator (Semapa AG) que praticamente garante aos produtores privados o escoamento do eucalipto, e, …

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Joaquim Nunes Sequeira

Anda, vamos plantar uma árvore!

Cada respiração liga-me a ti. Normalmente, o ar é um fundo invisível no meu dia-a-dia. Não lhe dou muita atenção. Mas quando há poluição, fumo, nevoeiro, vento, neve ou chuva forte, lembro-me de que o ar faz parte dos quatro elementos que me formam e de que sou constituído. Socorro, não consigo respirar! Quando estou doente, e se torna difícil respirar, o ar volta a ter a sua importância muito especial. O “ar está pesado” tem um significado diferente em várias línguas. Ele entra no meu corpo, nos meus pulmões e na minha circulação sanguínea, e é levado pelo vento …

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Dr. Per Espen Stoknes

O clima, um assunto para toda a vida

Quando comportamento e pensamento não são coerentes, acontece aquilo que é chamado de dissonância cognitiva. O termo refere-se a situações em que os sentimentos, os pensamentos e os comportamentos entram em conflito, criando uma tensão interior, que causa desconforto. Esta só desaparece quando um dos elementos muda, de forma a repor a harmonia. O psicólogo norueguês, Dr. Per Espen Stoknes, escreve que muitas pessoas agem de forma semelhante a fumadores no que toca às alterações climáticas: Eu fumo. E também sei que fumar provoca cancro.* A ação e o conhecimento não condizem um com o outro e geram este tipo …

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ensaio monchique

A transição começa em mim próprio

As emissões de gases de estufa, provocadas pela agricultura, mobilidade e indústria desequilibram o clima, e, por fim, todo o sistema atmosférico da Terra. Os estragos dos incêndios florestais, praticamente impossíveis de apagar e agravados pelos ventos fortes, são enormes. Chuvas torrenciais, resultado das alterações climáticas, destroem estradas e pontes, causando custos de milhões aos contribuintes. Granizo, seca e incêndios destoem os produtos agrícolas de um país … Exemplo 1 Uma floresta de eucaliptos que é cortada de oito em oito anos pelo seu proprietário para vender a madeira e tornar a crescer não é um investimento nem ecológico, nem …

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Monchique 2030 – Entrevistas

ENERGIA/MOBILIDADE/FLORESTA “Eu vivo numa casa que é completamente sustentável, temos energias renováveis. Mas também gosto de viajar, portanto, quero optar por transportes mais sustentáveis. Ir de comboio em vez de avião ou ir a pé, mesmo. Porquê não?   Depois, acho que a nível da comunidade há passos que poderíamos tomar todos juntos, como uma melhor manutenção da floresta, o que poderia contribuir para reduzir a nossa pegada ecológica como comunidade. Não é só plantar árvores, mas tratar das florestas. As espécies têm que ser mesmo bem escolhidas e tratadas de uma forma mais sensível.”           …

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Fritz Reusswig

Neutralidade climática em laboratório

  Voar, andar de carro, comer carne e enchidos, são estes alguns dos fatores mais agravantes do “balancete” ecológico de uma pessoa. Como consegue explicar às pessoas que menos pode ser mais? Prescindir do carro também significa sempre uma redução do stress, pelo menos na cidade. E quem muda do carro para a bicicleta melhora a pegada e chega mais descontraído ao seu destino. É óbvio que, quem faz um voo até à Nova Zelândia, contabiliza muito CO₂. O que se poupa num voo, reduz significativamente a pegada ambiental. A experiência já decorre há nove meses. Como conseguir os 40% …

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55 espécies espontâneas em Portugal

Uma mão cheia de plantas que curam

55 espécies espontâneas em Portugal Esta é uma daquelas obras que são um “must have” na estante de qualquer amante de plantas, de qualquer curioso por alimentação alternativa. Com prefácios da fitoterapeuta Anne McIntyre e da bióloga e investigadora Célia Cabral, Uma mão cheia de plantas – 55 espécies espontâneas que curam, apresenta um guia de exploração de 55 plantas silvestres com propriedades terapêuticas surpreendentes. Com informação técnica e imagens de Fernanda Botelho, esta obra apresenta o nome comum, nome científico, família botânica, história, descrição e habitat, constituintes e propriedades de cada uma das 55 plantas silvestres apresentadas. Página a …

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